Deus não deseja a morte do pecador, mas que ele se arrependa e viva
Quando somos confrontados com as consequências de nossas escolhas, é comum culparmos Deus e perguntarmos se ele está sendo justo. Foi assim com o povo de Israel. Por isso, Deus colocou Ezequiel como vigia, encarregado de advertir o povo. A Lei de Deus revela nosso pecado e suas consequências. Essa advertência não é crueldade, mas o chamado amoroso de quem deseja impedir que continuemos caminhando em direção à morte.
Deus declara: “Não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva” (Ezequiel 33.11). O Senhor não observa com satisfação a destruição do pecador. Ele chama ao arrependimento porque deseja salvar. Quando sua Palavra mostra nosso pecado, não é para nos deixar sem esperança, mas para nos levar a abandonar nossas desculpas e receber o perdão que somente ele pode conceder.
Na cruz, vemos a justiça e a misericórdia de Deus reunidas. Jesus, o único justo, recebeu a condenação dos injustos. Ele deixou sua glória, assumiu a forma de servo e foi obediente até a morte. Cristo sofreu aquilo que nós merecíamos para nos entregar aquilo que não merecíamos: perdão, vida e salvação. A graça de Deus não é uma recompensa para os bons, mas o presente de Cristo para pecadores arrependidos.
Senhor Deus, perdoa-me quando tento justificar meus pecados e questiono tua justiça. Dá-me um coração verdadeiramente arrependido e confiante em tua misericórdia. Obrigado porque não desejas minha condenação, mas enviaste Jesus para morrer e ressuscitar por minha salvação. Amém.
Ore por uma pessoa afastada de Deus e procure uma oportunidade para falar com ela sobre o arrependimento e o perdão de Cristo, sempre com verdade, amor e humildade.